Depois de tantos corações partidos, criamos um medo enorme, mas ele não é de amar, nunca foi

Depois de tantos corações partidos, criamos um medo enorme, mas ele não é de amar, nunca foi

Depois de tantos corações partidos, criamos um medo enorme, mas ele não é de amar, nunca foi.

O medo é de dar errado, de se machucar, de se entregar a toa, de quebrar a cara e sofrer novamente.

Com o tempo ficamos fortes para a vida, mas frouxos para o amor.

É como ter medo de alturas, porque não se tem medo da distância entre o chão, mas sim do que vai ser depois da queda.




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